A morte do kudurista angolano Mano Chaba continua a levantar dúvidas e inquietações entre familiares, que decidiram levar o caso às autoridades para que as circunstâncias do ocorrido sejam devidamente esclarecidas.

O artista, cujo nome verdadeiro era Germias Ekundi Tchucúlia, morreu no dia 21 de janeiro de 2025 na Ilha de Luanda, após um alegado afogamento. Mais de um ano depois, a família diz não estar convencida com a versão apresentada inicialmente sobre o incidente.

Segundo informações divulgadas pelo portal Na Mira do Crime, a mãe do músico, Ana Bela Nachilombo, confirmou que foi apresentada uma participação formal junto do Serviço de Investigação Criminal (SIC), em Luanda. A denúncia visa dois amigos que estariam com o artista no momento da ocorrência, identificados apenas como Jaime e Ailé.

De acordo com a família, existem elementos considerados suspeitos nas circunstâncias em que ocorreu o afogamento. Os familiares defendem que alguns detalhes do episódio ainda não foram devidamente esclarecidos, o que motivou a decisão de avançar com um processo-crime para que o caso seja investigado com maior profundidade.

Outro aspecto que aumentou as desconfianças, segundo relatos da família, foi o comportamento dos amigos que acompanhavam o kudurista no dia do incidente. Os mesmos, alegadamente, não teriam mantido contacto nem prestado apoio à família durante o período de luto, situação que reforçou as dúvidas sobre o que realmente aconteceu naquele dia.

Com a abertura do processo, os familiares esperam que as autoridades consigam apurar responsabilidades e esclarecer definitivamente as circunstâncias da morte do jovem artista, que era conhecido no meio do kuduro e tinha conquistado seguidores com o seu estilo irreverente.

Fonte: Na Mira do Crime / Redação e Edição: Angola Breaking News

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